Indico um video-dança que participo!

Na solidão poética, a liberdade se faz na nudez do corpo, na vulnerabilidade da criação do gesto voluntario.

Em sua expressão mais profunda, sem mascaras, o individuo mostra sua potencia criativa. O choque com o meio social obriga-o a vestir sua carapaça. Trancafiado no corpo social, o individuo parte corpo, parte movimento dilui-se na massa que o agoniza.

Mariana Jorge

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