Por Érry Jota

É amigos, começo minha coluna aqui no Cultura Oz com este tema que já não é novidade para muitos, o bom e velho Hip Hop virou “negócio” e daqueles que se souberem administrar um negócio bem lucrativo. “Novos rumos do Hip Hop”, já vem se desenhando desde o início do século 21 por aqui no país Tupiniquim, enfim começar a se “organizar” não é fácil, pois muita gente tentou antes e não obteve o tão sonhando lucro, é lucro e por que não? Se o Hip Hop virou negócio, temos que ter um lucro.

Mas e o investimento?
O investimento começou apartir do momento em que as grandes empresas começaram a enxergar um forma de se isentar de impostos e ao mesmo tempo de marketing direto e barato apoiando a cultura e iniciaram  “apoiando” ONG’s e demais comunidade, desde uma simples oficina de Hip Hop até o financiamento de eventos e festivais e grupos de rap. Mas em como todo negócio houveram os independentes que correram atrás de sol a sol para alcançar o almejado espaço, hoje colhem-se os primeiros frutos de uma ardua plantação de semeadores no qual que houveram muitas perdas e baixas, pois imagine só com essa estrutura atual e início de “apoio” das mídias se o Hip Hip tivesse chegado agora no Brasil? Seria bem mais fácil né? ou não, pois o fácil nunca é valorizado.
O Hip Hop sempre teve fama de ser contra o sistema, mais chegou a hora e agora perceberam que se continuassem assim fechados não irião passar daonde estava se chegando, sim os pioneiros a entrar nessa foram metralhados como “vendidos e corrompidos pelo sistema”. Sempre achei engraçado esse lance de se expressar “é culpa do sistema” até hoje só conheço os de computação, mais voltando ao assunto no qual hoje vemos artistas como o Racionais Mc’s sendo patrocinados por grande empresas até multinacionais, shows de alto valor financeiros aonde jamais “as pessoas dos barracos de pau lá da Pedreira” poderiam entrar. É isso novos rumos do Hip Hop parte 1, começa como um bom rap de protesto pois ainda falta muito ainda pois o Hip Hop não é o Rap como a maioria sempre lembra, temos ainda o Break, Grafite e o Dj como elementos, aproveitem e olhem isso empresas…

5 thoughts on “Novos Rumos do Hip Hop – Parte I

  1. Entendo que tu tá certo, mano. É uma tendência do Hip Hop hoje, não só no Brasil mais no mundo. E não acho que os e as artistas não tenham que aproveitar e tirar seu sustento assim. Mas se vender existe, tá ligado? É quando o poder econômica censura tua idéia, ameaça tirar teu patrocínio se tu não disser mais “compre” do que “seja”, tá ligado?
    Força na coluna, seguimos lendo!

  2. Se a “Rua é Nóiz”, o sistema sempre será a gente. Alguns já estão ligados na capacidade de comunicação da cultura Hip Hop. Aqueles que detem esta comunicação em que ser os “senhores” desta e não fatores.

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