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Oswaldo Montenegro se apresenta no Teatro de Barueri e celebra 40 anos de carreira.

No próximo sábado, dia 8 de abril, o cantor Oswaldo Montenegro mostra “Nossas Histórias” no show imperdível no Teatro de Barueri às 20h.

O consagrado cantor, compositor e escritor, Oswaldo Montenegro celebra 40 anos de carreira com o show “Nossas Histórias”, tocando suas músicas mais conhecidas, comemorando também a quarentena em parceria com a flautista Madalena Salles. “Bandolins”, “Lua e flor”, “Metade”, “Estrada nova”, “A lista”, “Intuição”, “Léo e Bia”, “Estrelas”, “Sem mandamentos”, “Travessuras” e tantas outras, que segundo críticos, se incorporaram ao inconsciente coletivo do público brasileiro de forma definitiva e, na maioria delas, o solo da flauta foi composto simultaneamente com a melodia e a letra, sendo impossível pensar nessas canções sem lembrar as introduções.

Oswaldo e Madalena se revezam entre teclados, violões e sopro, passeiam por pérolas brasileiras, mantendo a tradição de seresteiros, atendem aos pedidos do público e conversam com a plateia, transformando “Nossas Histórias” num encontro afetivo e musical.

Os Ingressos já estão à venda pelo site http://www.ticketbrasil.com.br e nas bilheterias do Teatro

Teatro Municipal de Barueri | Rua Ministro Rafael de Barros Monteiro, 255 | Jardim dos Camargos | Barueri.

Sábado tem Tributo ao Pink Floyd em Barueri.

Para quem tem saudades de ver um show, ou para quem ainda não viu, a banda Pink Floyd Brasil se apresenta no Teatro de Barueri – Sábado, dia 1 de abril , às 20h.

Para ouvir os principais clássicos e hits da banda inglesa Pink Floyd, o show tributo acontece no sábado dia 1 de abril a partir das 20h. Músicas como Shine On You Crazy Diamond, Comfortably Numb, Another Brick In The Wall, Wish You Were Here, Time, Money, Echoes, High Hopes, entre outros, farão parte do repertório da banda.

A Banda faz um tributo ao grupo Inglês Pink Floyd, já está há 11 na estrada e já se apresentou em diversas casas de shows e teatros pelo Brasil.

Os Ingressos estão disponíveis pelo site: http://www.bilheteriaexpress.com.br

#CulturaBarueri #PinkFloydBrasil

Teatro Municipal de Barueri | Rua Ministro Rafael de Barros Monteiro, 255 | Jardim dos Camargos | Barueri.

Inscrições para a 10ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura vão até o dia 20 de abril

Concurso realizado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo premiará romances de veteranos e estreantes publicados em 2016; edital está disponível nos sites www.cultura.sp.gov.br e www.premiosaopaulodeliteratura.org.br

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo abriu inscrições para a 10ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura, um dos mais conceituados do gênero no país. O edital, publicado no Diário Oficial do Estado e disponível nos sites do Prêmio (www.premiosaopaulodeliteratura.org.br) e da Secretaria da Cultura (www.cultura.sp.gov.br), receberá candidatura de romances em duas categorias: “Melhor Livro do Ano” e “Melhor Livro do Ano – Autor Estreante” – esta última dividida em duas modalidades “Autores com Mais de 40 Anos de idade” e “Autores com Menos de 40 Anos de idade”. Os candidatos podem se inscrever até dia 20 de abril.

Com a premissa de incentivar a leitura, a produção e a difusão literária, o Prêmio São Paulo de Literatura contribui para a formação de novos leitores e escritores, sendo um dos poucos no país a ter categoria específica para estreantes. Também se destaca por reconhecer os grandes nomes e os novos talentos da literatura contemporânea, abrindo portas não só para escritores nacionais, mas também para concorrentes estrangeiros com obras escritas originalmente em língua portuguesa e primeira edição mundial no Brasil em 2016. Abrangendo obras de ficção, no gênero romance, o Prêmio São Paulo de Literatura é o maior do país em valor de premiação individual: R$ 200 mil para o Melhor Livro do Ano e R$ 100 mil para cada autor estreante nas submodalidades +40 e -40.

Na categoria Melhor Livro do Ano, poderão se inscrever autores que já publicaram romances de ficção anteriormente. Já na categoria dos estreantes, os escritores podem ter obras publicadas em outros gêneros, desde que o livro inscrito seja o seu primeiro romance de ficção.

Edições anteriores

Em 2016, Anatomia do Paraíso (Editora 34), de Beatriz Bracher, foi eleito pelo júri do Prêmio São Paulo de Literatura o Melhor Livro do Ano. Já Marcelo Maluf, com A Imensidão Íntima dos Carneiros (Editora Reformatório),foi contemplado na categoria Autor Estreante +40 e Rafael Gallo recebeu prêmio na categoria Autor Estreante -40, com o romance Rebentar (Record).

A categoria “Autor Estreante” contribuiu também na revelação de novos nomes da literatura, tais como Jacques Fux (Antiterapias), Paula Fábrio (Desnorteio), Micheliny Verunschk (Nossa Teresa – Vida e Morte de uma Santa Suicida), Débora Ferraz (Enquanto Deus Não Está Olhando) e Marcos Peres (O Evangelho Segundo Hitler).

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Sobre o Prêmio São Paulo de Literatura

Criado em 2008 pelo Governo do Estado de São Paulo, o Prêmio São Paulo de Literatura é o maior do País em valor individual e tem como principais objetivos incentivar a produção literária de qualidade, apoiar e valorizar novos autores e editoras independentes, além de incentivar a leitura.

Desde que foi criado, o Prêmio teve participação de mais de 1.700 livros e premiou 22 romances, contribuindo de forma decisiva para dar visibilidade não só às obras vencedoras, mas também aos trabalhos finalistas.

Feira de Discos de Osasco chega a sua terceira edição.

A feira que já virou tradição na cidade proporciona o encontro para troca e compra dos famosos vinis. Os amantes dos famosos ‘discos’, podem comemorar, por que a terceira edição da Feira de Disco de Osasco está garantida e vai acontecer no próximo domingo, dia 2 de abril.   

Eliabe Vicente

No próximo domingo, dia 02 de Abril, das 12h às 19h, Osasco recebe a Terceira Edição da Feira de Discos. Domingo que já é conhecido por ser dia de feira livre, oferece também uma opção para os amantes da música e dos discos, que poderão comprar, trocar e até vender preciosidades do mundo musical.

Colecionadores de vários cantos da Grande São Paulo vão celebrar o evento bimestral que desta vez acontece no Mineiro Rock Bar, tradicional reduto da música independente, localizado na Avenida Maria Campos, 706, no centro de Osasco.

Presenças confirmadas de expositores que participam das maiores e melhores feiras do país, como o Sonzera Records, uma das novidades desta edição. “Por conta do evento ser realizado em um local aberto, vamos conseguir fazer do Vinyl Truck, da Sonzera Records, uma das atrações principais”. Conta Rodrigo, organizador do evento. A Choke Discos, a Mafer Records e a Made in Quebrada também abrilhantarão o evento. Além disso, a feira também contará com a presença de artesão da cidade.

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“A feira é uma oportunidade para garimpar discos de várias épocas e gêneros, como Rock, Heavy Metal, MPB, Black Music, Brega e muito mais”

afirma Rodrigo Marques, idealizador e organizador do evento.

Na feira o visitante poderá encontrar ainda luxuosos relançamentos em 180 gramas, lacrados de fábrica, até raridades guardadas há décadas como relíquias, além de centenas de LPs a preços promocionais.

O organizador informa é possível levar os discos para oferecer aos expositores para venda ou troca. “Queremos fazer desse encontro, um dos principais do gênero, para que a cidade de Osasco possa entrar na rota do Vinil”

SERVIÇO:

Feira de Discos de Osasco

Domingo, 02 de Abril de 2017 (das 12h às 19h) – Entrada Gratuita.

Local: MINEIRO ROCK BAR

Avenida Maria Campos, 706 – Centro de Osasco.

Informações: 95211-4468 com Rodrigo Marques.

SAMBA DO BAÚ CANTA OS PEDIDOS DO PÚBLICO NO SESI OSASCO

A banda resgata o samba de raiz num processo de constante pesquisa e com interação da plateia, dia 1º de abril, sábado às 20h. Gratuito.

Na apresentação é a plateia quem escolhe o repertório, deixando dentro do baú seus pedidos. A banda canta as músicas escolhidas, trazendo sempre uma história da composição ou alguma peculiaridade do autor.

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Estão presentes no repertório os principais nomes do samba como Cartola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Filme, Adoniran Barbosa, Zé Kéti, Clara Nunes, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Ataulfo Alves, Clementina de Jesus, entre outros. O grupo já acompanhou grandes nomes do samba como Almir Guineto, Fabiana Cozza e D. Ivone Lara.

Com início em 2005, o Samba do Baú é um projeto de cunho cultural, criado por jovens sambistas da zona leste de São Paulo. Eles observaram ao redor um desinteresse ou pouco conhecimento do samba raiz. Com o objetivo de disseminar músicas fora do eixo comercial, o grupo se mobilizou a pesquisar canções que muito contribuíram para a construção da identidade cultural brasileira, mantendo presente esse legado.

SESI Osasco Rua Calixto Barbieri, 280 Jardim Piratininga, Osasco | 01 de abril, sábado às 20h |Capacidade: 219 lugares 02 para cadeirantes | 60 minutos |Classificação indicativa: livre |Gênero: Popular | Informações:  3602-6200

Entrada gratuita – Reservas antecipadas pelo Meu SESI (www.sesisp.org.br/meu-sesi). Os ingressos serão distribuídos 01 hora antes do início do espetáculo.

Ficha técnica: Voz e surdo: Anderson Ribeiro | Percussão geral: Muller Martins | Pandeiro: Gú Oliveira | Voz e cavaquinho: Ricardo Raiz | Violão sete cordas: Vagner Lima.

Repertório: 

Seo Manquinho (guardião) – Anderson Ribeiro

Divino Lugar (Hino do Ba) Anderson Ribeiro / Ricardo Raiz

Terreiro de Bamba Anderson Ribeiro / Léo José

O negro lutou Ricardo Raiz / Rafael Jóia

Mãe natureza nos abençoa – Ricardo Raiz / Juliana Abreu

Proteção de Pai Ogum – Ricardo Raiz / Juliana Abreu

Pés no chão – Anderson Ribeiro / Ricardo Raiz

Letra mida Anderson Ribeiro / Delei Martins

Baile no elite João Nogueira / Nei Lopes

Maracangalha Dorival Caymmi

Estou morrendo de saudades Nei Lopes / Wilson Moreira

Beija-me Roberto Martins / Mário Rossi

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GUINHA CONSERVA |A ARTE DA LEMBRANÇA E DO AROMA

 

Guinha Conserva realiza uma das mais antigas artes da civilização que é a de fazer aromas. Em Osasco a artesã é representante da categoria no Conselho Municipal de Cultura da cidade.

 

Eliabe Vicente

Na história há registros do uso de aromatizadores em diversas culturas antigas. No antigo Egito, por exemplo, certos aromas eram utilizados na mumificação para atrair o divino, afastar pragas e maus odores. Somente sacerdotes podiam manipular tais preparos. Entre os aromas mais comuns estão o olíbano, a mirra, o nardo e o alecrim.

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A civilização egípcia também fazia uso dos óleos aromáticos com o objetivo de seduzir; eram freqüentemente usados em festas e datas comemorativas.

Apesar da história nos mostrar que a aromaterapia não é recente, sua popularidade se deu graças ao engenheiro químico francês René-Maurice Gattefossé, no início do século XX.

Em Osasco a arte de fazer aroma tem nome, é Clemilda Ferreira Conserva, mas todo mundo a conhece como Guinha Conserva. A artesã de 34 anos nasceu em Carapicuíba, onde morou até 2007 e há dez anos é moradora da cidade de Osasco.

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Ela é dinâmica, ativa e incansável. Guinha é mãe, amiga, filha, mulher, aprendiz e professora. “Estou sempre disposta a lutar por objetivos do bem e que ajude as pessoas da minha comunidade”.

Guinha Conserva conta que sua infância foi muito agradável. “Junto com minhas quatro irmãs e um irmão, eu sempre fui uma criança curiosa e vivia em um mundo onde tudo era possível bastava querer, sempre inventando histórias fazendo criar vida. Meu pai fazia alguns brinquedos para nós com resto de móveis para a gente brincar, tipo carrinhos e caminhões. Eu brincava na rua como qualquer criança da época, com pega-pega, esconde-esconde e jogava taco.”. A garota gostava ainda de praticar esportes, como basquete, volei, futebol de salão, de Campo, atletismo e artes marciais. “Hoje ainda pratico, mas minha rotina é dura e haja fôlego para as diversas atividades, que além do meu trabalho, tenho minha família”.

Na escola a garota estava sempre estudando e adorava principalmente as aulas de Educação Artística.

“Eu podia ter contato com um mundo igual ao meu. Minha professora me incentivava. Nessas aulas eu tinha muito contato com trabalhos manuais, talvez daí meu gosto pelo artesanato. O Artesanato sempre fez parte da minha vida. Desde muito nova eu ia colher sementes de Lágrimas de Santa Ana para fazer colares, além de consertar algumas bijuterias quebradas, que quando não tinham conserto, eu recriava outra”.

A artista também passou por um período na Igreja Dos Santos Dos Últimos Dias, onde aperfeiçoou ainda mais seu gosto. “Tínhamos que fazer artesanato para custear as despesas do nosso acampamento. Umas das melhores coisas que me aconteceu, pois foi aí que percebi que eu poderia vender o que eu criava”. No teatro amador, Guinha teve mais uma escola. “Ter que criar e costurar figurinos no teatro foi um grande aprendizado. Até as maquiagens era muitas das vezes feira no improvisos. Daí, uma qualidade que todo artesão tem é a de se adaptar conforme a necessidade, já que muitas das vezes, temos que ser criativos até quando há falta de ferramentas.”

Hoje a artesã é especialista em fazer aromatizantes de ambiente e faz velas e sabonetes artesanais, tudo voltado para aromoterapia e conta o qual o significado do artesanato para ela.

“Para mim, artesanato é forma de materializar nossos sonhos, nossa arte e nossa cultura e expressar o que realmente somos”.

Guinha Conserva disse ainda que enxerga a mulher no mundo do artesanato como guerreiras e batalhadoras. “Além do que no artesanato, não tem restrição de idade. Somos a maioria sempre ativas em feiras em qualquer lugar que se vá a mulher é no artesanato uma das maiores representações das artes desse trabalho do delicado ao rústico”.

E para a mulher que deseja ser artesã, um recado: “Sim, é  possível para você mulher trabalhar em casa, ter tempo para seus filhos e participar de um ambiente em que você pode estar em contato com o mundo. Para quem quer viver de artesanato, além de ser uma forma de conseguir sua dignidade, seu auto conhecimento, respeito, pode ser uma forma de ganhar sua autonomia. Isso pra mim é  um orgulho e já faz parte da vida de muitas mulheres que vive do artesanato”.

Uma das experiências mais marcantes da artesã foi quando ela e o marido estavam sem dinheiro e precisava trabalhar para alimentar os filhos. “Foi quando Jorge [marido de Guinha] e eu decidimos ir para o  Calçadão de Osasco, colocar o pano no chão (termo usado por nós artesões). Diante dessa situação usamos do princípio de devíamos está aonde o povo estava. Todos sabem da dificuldade de se vender no Calçadão, por conta da fiscalização, mas Deus foi maior e mesmo constrangidos, pensamos em nossa família e naquele dia, vimos a real necessidade de fazer algo pelo artesanato”.

Hoje o casal fazem parte do Conselho Municipal de Cultura como conselheiros, ela como titular e ele como suplente. “Através desse ocorrido estamos lá para que outras pessoas tenham a oportunidades e não passe pelo que passamos. Tivemos a oportunidade de transformar o que poderia ser negativo em uma luta para dar mais dignidade para o trabalhador do artesanato, lutando por espaços e atividades e passamos a trabalhar na nossa cidade”.

No dia a dia, um fato inesquecível, segundo relatou a artesã, foi quando uma senhora chegou perto dela e disse que um dos aromas lembrava a mãe que ela tinha perdido. “Ela me falou muito sobre a mãe e me abraçou forte, agradecida por ter alegrado o dia dela. Quando ela disse que a lembrança que teve estava no meu aroma, percebi o quanto era importante fazer isso e acabei adotando o nome para o meu trabalho que é  Lembranças de Um Aroma. O que mais me agrada é ver a alegria e a satisfação do cliente com os resultados do meu trabalho”.

Janela aberta tem única apresentação em Osasco.

A janela da Casa Nove tem muita história pra contar! Assim que amanhece o dia, lá está Clara, uma mocinha esperta e muito curiosa, que vive questionando os porquês de todas as coisas, mas que não ficou nada animada ao saber que este ano seus pais não poderão fazer a sua tão esperada festa de aniversário. Como não está sozinha, Clara é consolada pelos seus vizinhos, Caco, Dora e Fafá, três amigos animados e pra lá de esquisitos, que tentam convencer a menina, com muito bom humor, de que a verdadeira felicidade da vida está nas pequenas coisas, como nos amigos, nas brincadeiras e nas risadas que dão juntos, mostrando que não precisa de muito para ser feliz e ensinando, com muita música, a ser sempre agradecido pelo que se tem!

CASAL TPM EM OSASCO

A comédia que trata do relacionamento faz apresentação única em Osasco na sexta-feira, 10, no Teatro Municipal Glória Giglio. Os ingressos custam R$ 40.

O Espetáculo Casal TPM se apresenta na próxima sexta-feira dia 10 às 20h30 no Teatro Municipal de Osasco. A comédia mostra os conflitos entre um casal de classe média que tenta salvar o seu casamento. Os dois enxergam o mundo de forma diferente, mas um não consegue viver sem o outro. No centro da comédia de Paula Giannini com o também diretor Amauri Ernani.

Para os moradores da região de Osasco excelente oportunidade de ver a comédia que já se apresentou nos palcos de todo o Brasil.

Local: Teatro Municipal Glória Giglio

Endereço: Avenida dos Autonomistas, 1533 – Vila Campesina – Osasco – SP

Telefone: (11) 2122-4070

Dias e Horários: sexta às 20:30 hs

Preços na Bilheteria: R$ 40,00

Preços com Cheque Teatro: O portador do Cheque Teatro tem entrada gratuita no teatro ao levar um ou mais acompanhantes, que ganham 50% de desconto.

Temporada: 10 de Março – Única Apresentação

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia

Espetáculo de dança “Nós S/A” propõe reflexão sobre a especulação imobiliária

 

Espetáculo do Caleidos Cia de Dança apresentado de 10 a 19 de março em São Paulo explora o universo da apropriação do espaço urbano pela lógica do mundo corporativo

 

De 10 a 19 de março, o Caleidos Cia de Dança apresenta o espetáculo “Nós S/A” que explora, por meio da dança, o universo da apropriação do espaço urbano pela lógica do mundo corporativo. O espetáculo de dança discute a organização do espaço e das relações sociais a partir do fenômeno da especulação imobiliária; o mundo corporativo se refletindo no espaço urbano e nas formas de viver em sociedade.

A especulação imobiliária traduz-se como o mundo dos negócios atuando sobre o espaço e sobre os corpos do mundo. A espetacularização dos negócios, a empresarização das relações, a mercadorização e a comercialização dos corpos são postos em cenas que dialogam com o público por meio da dança.

Em “Nós S/A”, a especulação imobiliária é tratada como uma etapa desta corporativização da sociedade. A mudança que se opera com estes negócios não é apenas no modo de construir ou ocupar o espaço urbano, não se compra ou se vende apenas um apartamento, empreende-se a comercialização de um modo de vida.

Sob o olhar das corporações, o espaço redefine-se como negócio, o tempo transforma-se em moeda, o corpo entende-se como empresa e a vida em sociedade é mais um negócio no grande negócio do mundo.

“Nós S/A” convida a pensar sobre a empresarização da sociedade com seus donos, seus trabalhadores e seus excluídos. Como em outros espetáculos do Caleidos Cia De Dança o público é convidado a dialogar com as cenas por meio da leitura da dança, produzindo a significação do movimento e das imagens sugeridas pelos jogos que se constroem ao vivo a partir da estrutura dramatúrgica.

A encenação geral remete às reuniões corporativas (1º ato), aos banquetes (2º ato) e ao mapa de guerra (3º ato). A mesa – de estudos, de negócios, de planejamentos, de jogos e de comer – é personagem onipresente no espaço cênico, é nela e a partir dela que a movimentação dos bailarinos e a disposição do público de organiza, refletindo metaforicamente a organização do espaço urbano e as dinâmicas sociais sob a perspectiva das grandes corporações.

“Os novos empreendimentos imobiliários exercem certo fascínio em parte da população. Os condomínios que apresentam a possibilidade de se exercitar, fazer reuniões familiares, reuniões de negócios, comprar e até ir ao cinema ou pizzarias sem deslocamentos urbanos, refletem não apenas uma ideia de praticidade, mas também a imobilidade e sistematização das relações sociais que de certa forma estão na perspectiva do modo de vida corporativo”, conta a diretora do Caleidos Isabel Marques.

“Esse modo de vida diz respeito a um modo de vida empresarial. Há uma ideologia por trás dos anúncios e das falas de compradores e vendedores: é como se a pessoa que procura esse tipo de residência dissesse ‘eu quero que a minha vida e minha sociedade funcione como uma empresa’ – entender isso, para nós, foi quase um convite para explorarmos essa ideia num espetáculo de dança”, complementa o dramaturgo Fábio Brazil.

Sobre o Caleidos Cia. de Dança – O Caleidos nasceu como um grupo de pesquisa vinculado a uma companhia de dança, ambos criados por Isabel Marques em 1996, na Faculdade de Educação da UNICAMP. Desde a sua criação, os objetivos do Caleidos Cia. de Dança mantiveram-se inalterados: abrigar e desenvolver as atividades de iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa e criação em arte em suas interfaces com a educação por meio de atividades artísticas (produção de espetáculos e eventos de dança), docentes (cursos, workshops, eventos) e de pesquisa (seminários, encontros, publicações).  O Caleidos Cia instala-se na interface entre a arte e a educação. Despregando-se dos estigmas convencionais postulados ingenuamente por artistas e professores tradicionais de que arte e educação são campos distintos, a cia. de dança desenvolve espetáculos comprometidos com o diálogo e a reflexão com o público – valor da educação – e ao mesmo tempo comprometidos com a interação e pesquisa da linguagem da dança – valor da arte. Em 2001, com a entrada de Fábio Brazil na companhia, as atividades de pesquisa, criação e docência do Caleidos expandiram-se também para as interfaces entre dança e poesia. Desde a sua fundação, o Caleidos Cia. criou projetos e espetáculos que, no conjunto, refletem a face híbrida da cia de dança: arte e educação dialogam com a finalidade de que a arte não seja escolarizada e de que o ensino de dança não perca sua potência artística. Desde 2011, o Caleidos Cia. de Dança tem sua sede própria de ensaios e apresentações no Instituto Caleidos, na Lapa, zona oeste da capital.

SERVIÇO:

Espetáculo “NÓS S/A”

“O mundo como negócio, o espaço social e urbano na lógica corporativa”

Caleidos Cia. de Dança

Apresentações de 10 a 19 de março de 2017, de sexta a domingo

Sextas e Sábados às 20h; domingos às 19h

Na sede do Instituto Caleidos, à Rua Mota Pais, 213, Lapa, São Paulo, SP

Entrada franca

Ingressos devem ser retirados no local com 30 minutos de antecedência.

Duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 30 lugares

Tel.: (11) 3021-4970

FICHA TÉCNICA

Caleidos Cia de Dança

Direção: Isabel Marques

Codireção e dramaturgia: Fábio Brazil

Elenco: Nigel Anderson, Renata Baima, Kátia Oyama, Ágata Cérgole, Jailson Rodriguez e Bruna Milani

Música: Caleidos Cia de Dança

Cenário: Fábio Brazil

Preparo corporal: Ana Paula Mastrodi

Iluminação: Rafael Lemos

Produção: Mobilis Ltda – ME

Arte Moderna para crianças

 

Livros de Carla Caruso e May Shuravel, vencedoras do Prêmio Jabuti 2016, propõem o primeiro contato dos pequenos com o universo das obras de arte

Passado o mês de fevereiro, acompanhamos notícias e eventos diversos que celebraram a Semana de Arte Moderna de 1922, movimento cultural ocorrido em São Paulo que inaugurou o Modernismo no Brasil. Por que não aproveitar a efervescência do assunto para apresentar o universo das Artes para as crianças? As autoras Carla Caruso e May Shuravel provam que esse tema pode ser divertido e agradável para os pequenos com as obras Sete Janelinhas – meus primeiros sete quadros e Sete Contos, Sete Quadros, ambas publicadas pela Editora Moderna.

Agraciadas com o primeiro lugar no Prêmio Jabuti 2016 (Categoria Didático e Paradidático) com obra Sete Janelinhas – meus primeiros sete quadros, as autoras propõem em seus livros uma estrutura lúdica para apresentar o universo das artes ao público infantil: junto com os quadros de importantes artistas brasileiros, Carla e May elaboraram narrativas e poemas que brincam, se relacionam e se complementam com o elemento visual, criando assim um diálogo rico e inventivo ao leitor. Para integrar a brincadeira, detalhes da vida do artista, bem como da obra, são explorados de forma a instigar a criançada a observar cores, formas e detalhes para, assim, se sensibilizar e admirar obras de arte.

Fazem parte de Sete Janelinhasmeus primeiros sete quadros produções de Almeida Júnior (Pescando, 1894), Anita Malfatti (O Farol, 1915), Eliseu Visconti (Travessura, 1897), Fulvio Penachi (Vilarejo, 1974) e Rodolfo Amoedo (Amuada, 1882). Já em Sete Contos, Sete Quadros é possível encontrar telas de Arcangelo Ianelli (Atelier do artista, década de 1950), Eliseu Visconti (Vista do Mar, 1902), Francisco Rebolo (Paisagem com cavalos, 1977), Lasar Segall (Meninos com lagartixas, 1924) e Pedro Alexandrino (Cerejas e metais). Os quadros O domador, 1896 e Gazo, 1924 de Alberto da Veiga Guignard e Tarsila do Amaral, respectivamente, compõem o Sete Janelinhas. Obras desses mesmos artistas também marcam as páginas de Sete Contos, Sete Quadros com Noite de São João, 1942 (Guignard) e O sapo, 1928 (Tarsila).

Além dessas obras, a Editora Moderna possui também em seu catálogo biografias de artistas e músicos brasileiros formuladas exclusivamente para crianças. Na ocasião da Semana de Arte Moderna de 1922, leitores a partir dos 08 anos que queiram transitar pelo universo das artes plásticas podem conhecer mais sobre a vida e obra de Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral em seus livros da coleção Mestres das Artes no Brasil. Angela Braga Torres é a autora responsável pela biografia de Anita Malfatti e, em parceria com Lígia Rego, escreveu também o livro sobre Tarsila do Amaral. Lígia também escreveu o livro sobre Di Cavalcanti ao lado de Dalila Luciana.

Já a história de Heitor Villa-Lobos, compositor e músico que despontou na Semana de Arte Moderna, pode ser encontrada em sua biografia publicada na série Mestres da Música no Brasil, de autoria de Loly Amaro de Souza. O título é indicado para leitores a partir de 11 anos.

Sobre as autoras

Carla Caruso nasceu em São Paulo. Cursou a Faculdade de Letras da PUC-SP. É jornalista, escritora e ilustradora. Participa de projetos de incentivo à leitura para crianças, adolescentes e educadores.

May Shuravel é paulistana. Fez vários cursos de Arte e formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela USP. É ilustradora e autora de diversos livros infantojuvenis.

Angela Braga-Torres nasceu em São Paulo, em 25 de dezembro de 1962. É formada em Educação Artística com Licenciatura em desenho pela FMU/FAAM, e especialista em arte-educação pela ECA – USP. Estudou também Arquitetura de Interiores na Escola Panamericana de Artes – SP. Angela trabalha no Colégio Mário de Andrade desde 1988, lecionando artes para as crianças do Ensino Fundamental.

Lígia Rego nasceu em São Paulo. Formou-se em Desenho e Plástica e em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Especializou-se em Arte-Educação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). É professora nos Ensinos Fundamental e Médio.

Loly Amaro de Souza é professora de CET (Centro de Educação do Talento) e do Cetevap (Curso Superior de Música) na cidade de São José dos Campos (SP). Ministra cursos de musicalização em várias oficinas e congressos.

Sobre a Moderna
A Moderna na área de Literatura desenvolve projetos para que o aluno-leitor – desde a Educação Infantil até o Ensino Médio – ative sua capacidade de compreender, analisar e refletir sobre os conteúdos estudados. Com obras de ficção, não ficção e arte, o selo disponibiliza recursos para que o professor tenha a sua disposição todas as oportunidades de ensino, tais como: um plano leitor, apresentando os níveis de dificuldade de cada livro; um projeto de leitura, sugerindo atividades criadas por especialistas; e uma assessoria pedagógica específica para a necessidade da escola. Sempre em busca de novos caminhos para a excelência de suas publicações, a Moderna Literatura, numa iniciativa inédita no mercado editorial brasileiro, trouxe, com exclusividade para seu catálogo, todas as obras do renomado autor Pedro Bandeira, criando assim um momento importante para a literatura brasileira infantil e juvenil. O sucesso desta ação foi repetido com a escritora e ilustradora Eva Furnari e com o autor Walcyr Carrasco, cronista, dramaturgo, roteirista, tradutor e adaptador de clássicos da literatura.